E quando acordo, olhos pesados
mesmo antes de os abrir
imagino-me a sorrir.
Não necessito de nada para
me suster, de nada para me manter,
sou eu, apenas eu
corpo ,alma e espirito.
Quando adormeço tudo esqueço,
algemada à dita liberdade
criada pela minha mente,
descrente de tudo o que me rodeia,
vida, alegria, brincadeira…
De uma cosa sei, estamos todos condenados
à morte dos nosso corpos cansados…
A. Luz
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