segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Como águas que não param de jorrar




Colocaste-me o mar nos olhos
e as lágrimas não mais puderam parar,
assim como águas que não param de jorrar,
como rios que não têm por onde desaguar
Colocaste-me um selo sobre o peito
as palavras perderam o efeito,
assim como a noite sem lua nem estrelas
promessas nem velas,
apenas a miragem
o rasto do que foi um dia
antes da partida da despedida…

A. Luz

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