quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Como que doidos sem loucura...

À medida que o sol repousava
O céu pintava-se de várias cores,
Deleitadas sobre um rio calmo,
Acariciado por um vento sossegado…
Falávamos da vida, do ser louco
e da loucura que é não se poder ser…
Quando se sabe da verdade
 e o porquê das coisas
é loucura pensar que se pode enlouquecer.
Ser-se louco é mais que ter em si loucura,
é  enlouquecer sabendo da realidade
e abstrair-se dela…
Como que doidos sem loucura
acabámos a conversa, beijámo-nos, amámo-nos
e sobre o Tejo vimos a noite chegar…

A. Luz

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