Apago as luzes,
deitada sobre o dorso da inquietude,
fecho os olhos mas ele não vem…
está atrasado, é a segunda noite esta semana…
de voltas e voltas na cama,
algo me chama,
é a insónia que me pede companhia,
queixa-se de falta de sono…
Será uma longa noite,
a mente não para e os pensamentos se repetem,
o corpo pede mas a mente rejeita.
São duas da manhã e continuo à espera,
a insónia queixa-se de falta de sono
e eu do seu abandono…
quero dormir mas sem ele é impossível,
o relógio marca as quatro horas,
está na hora do sono da insónia,
ele chega de mansinho,
aos poucos e aconchegados,
adormecemos agarrados…
A. Luz
Sem comentários:
Enviar um comentário