Cerco-me de lembranças
que me fazem- recordar do passado.
De quando descalços brincávamos nas ruas,
de quando a chuva não matava e
os papagaios enfeitavam o céu…
De quando a fruta era doce
e nos campos colhiam-se flores e
criavam-se galinhas…
De quando eramos pobres mas felizes
pois o amor nunca faltou em nossa mesa…
De quando as canções eram da gente
e para a gente…
De quando o povo era um povo e
a sua voz fazia-se ouvir…
De quando a criança tinha
liberdade de ser criança
e os jovens a liberdade de poder
ficar ou partir…
Recordo-me do passado,
não com saudade mas,
com esperança de encontrar
o caminho mais acertado
para esse meu estado…
A. Luz
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